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Sesc Garanhuns leva música indígena para o Pau-Pombo nesta sexta-feira



Imagem: Arretada Comunicação | FILIG 2019 - Aldeia Fulni-ô

O Parque Ruber Van der Linden, no centro de Garanhuns, vai receber a 22ª edição do Sonora Brasil, nesta sexta-feira (10/05), às 16h. Com entrada gratuita, o projeto, considerado o maior de circulação musical do país, vai apresentar a musicalidade e a cultura de grupos indígenas brasileiros. Na cidade, o público vai conhecer os grupos Dzubucuá, da comunidade Kariri-Xocó (AL), e o Memória Fulni-ô, do povo Fulni-ô (PE).

Ambos vão mostrar cantos e danças, embalados por instrumentos de sopro e percussão, através de um ritual tradicional tanto dos Kariri-Xocó quanto dos Fulni-ô: o toré. Trata-se de um ritual sagrado que envolve performance corporal e música. No caso dos indígenas alagoanos, as letras cantadas em português contribuem para a transmissão da história do povo ao falar de seu cotidiano religioso e histórico.

Já para o grupo pernambucano, o ritual é coletivo, cantado em dialeto próprio, sendo o mais antigo dessa comunidade. O grupo vai apresentar ainda as cafurnas, manifestações que se referem à dança, à música, aos modos de cantar, à profecia, ao estilo e tradição e à estética, que tratam de temas como a preservação da natureza, a reverência aos animais e a identidade indígena.

Com curadoria assinada por Sônia Guimarães, professora de música do Sesc, e pelas professoras de artes da instituição, Ailma Andrade e Cristina Barbosa, a programação também vai acontecer na Região Metropolitana do Recife e ne Sertão de Pernambuco. “Estamos com uma programação que se dividiu em etapas, conforme se mostraram ligações, diálogos, fazeres artísticos e experiências culturais, a partir e presente nos artistas locais e suas criações”, afirma Sônia.


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